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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Maníaco

 Maníaco

Olha ai aquele mano, descolado no estilo,
Todo exuberante, pique artista é aquilo,
Assume a cena que é só um estereotipo
Escondendo o chorume do nazifascismo,
Descarando todo seu ódio e vitimismo!

Já bastam os sádicos narcisistas,
Drenando as esperanças humanistas
Vem lá esses vermes "ancap"istas!
Intolerantes, cegos fundamentalistas,
Destruir por destruir, são extremistas!

Barbárie instalada e o pior de nós emerge!
Se a defesa é natural, dois pontos convergem!
Tromba de frente uma hora a coisa ferve!
Se quer sangue, o sacrifício entorpece,
Vai perder sangue se clamou em sua prece!

Renegando a sacralidade do conviver,
Traumas psicológicos vão dizer,
Suas projeções nada podem esconder,
Do que na essência profunda é o ser,
Maníaco psicopata o que pede vai ter!

Tolerar o intolerante é cavar a própria cova!
Proteção no ataque covarde dos zé porva,
Da torre que desmorona, o mundo roda,
Gira, capota e na curva o lixo nos desova!
E o Justo vai prevalecer até umas hora!

LRCP

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Bocó

Bocó

Cuidado com o território que vai pisando,
Gente sorrindo, mas sempre te difamando
Te usando como degrau para ir upando
Ainda que seja autoafirmação se validando
Claro, a sombra que vai se projetando!

Muito se percebe desse jogo de polarização política,
Acusam os outros do que são enquanto opinião vomita,
Alienação, ódio e competição para sair bem na fita,
Transtornados cegos acreditam no pai da mentira,
Dissimulação é estratégia do sádico narcisista!

Se olha no espelho como resplandecente pavão,
Vaidade a mil, se identificando com o mundão,
Vendidos, pervertidos, interesseiros nunca passarão!
Hoje resplandece, amanha espanador jogado no chão!
Ou como abelhas e moscas e sua imensa distinção!

Merda é merda e mel é mel, um alvoroço só!
Aglomerações dão seus sinais, sem piedade e dó,
Que embasamento tem sua conduta seu bocó?
Se das estralas veio, da terra volta depois do pó!
Macaco gordo quebra galho, mas não usa o cipó!

Dessa falsidade e fingimento, tem lá os seus ganhos,
Passageiros e ilusórios diante a bolha, teu rebanho.
Nas curvas e nas voltas do mundo tem outro tacanho,
Quando rodar, para variar, o outro é o culpado e estranho!
Por isso o Justo vai sempre Prevalecer sem tamanho!


LRCP

Ruminante

Ruminante

No vale tudo do jogo de poder politico,
Sempre teve o sacrifício e o suplicio,
Narrativas e mentiras, tudo explicito
Só vale o rebanho do voto acrítico.

De uma facilidade em ser oposição,
Pode-se criar o que quiser da situação,
Bem que diz que a ocasião faz o ladrão,
Interesses próprios fingindo coletivização.

Nunca vi um telhado que não seja de vidro!
Jogar pedra por jogar é fácil, inimigo frito!
Hipnose coletiva cega o povo já aflito,
Enquanto poderosos tiram lazer na hidro.

Que democracia representativa, que nada!
Democracia fingida, nação não representada!
Discutem se nariz de porco não é tomada,
Sexo dos anjos, moralismos e a mentirada!

As Politicas públicas ficam de fora das pautas,
Orçamento público é viagem de astronautas,
Cegos sem atenção hipnotizados pelas flautas,
Apoio mutuo, participação cívica é bravata!

Gado no pasto é ruminante, o tal do bobo alegre!
No rebanho de opiniões a essência é entregue,
Clareza das entrelinhas no intuito que integre,
Corações e mentes em egrégora que nos carregue!

LRCP

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Processo

 Processo


se passa o tempo que teria,

Mas ainda sim é o que é, e seria,

Da transitoriedade não se iludia,

Sendo que era só lição que tinha!


Das fases do que se diz do processo,

Da tristeza, da decepção e do abscesso,

Da ansiedade, depressão, se estresso,

Vem o pior, descrença no falso progresso!


Com as mentiras dos fingimentos!

Dos podres e hipócritas momentos,

Orquestrados no sadismo e tormento,

Senhores do destino ao próprio contento!


Autoritarismo e ignorância permeiam as ações,

Estratégia ultrapassada de podres glutões,

Sem técnica e conhecimento, só explorações,

Com o medo, sem respeito, tremem os corações!


Os animais submissos aceitam todos impostos!

Não questionam a justiça pela corda nos pescoços,

Precisam pagar contas e se virar nos destroços,

Sociedade falida, egoístas com os seus esforços!


Tiram o dever, o imperativo ético de convivência,

Da cooperação como fonte de transcendência!

Darwinismo social para massa em serviliência,

Alienação plena escravizando a consciência!


Aqui se faz e aqui se paga com certeza,

Causa e efeito, vida e morte com clareza,

Hoje pavão brilhando se achando uma lindeza,

Mas amanhã vira espanador longe da beleza!


É muito simples, cuidado com o que semeia!

Na próxima manobra, na curva você titubeia,

Nas voltas que muda todo sistema em cadeia,

No dia de amanhã a cobrança sempre chega.


A revolução é resistir com honestidade!

Claro que range o dente, o maldito covarde,

Conspirando para manter o sofrimento que arde,

Escondido nos interesses ocultos em start!


Relógios marcam as horas, mas não o destino!

A vida passa, e no Agora tudo acontece repentino!

Da colheita obrigatória no caminho do peregrino,

A busca na palma da mão, do Telúrico e Celestino!


LRCP

quinta-feira, 31 de julho de 2025

Armadilha

Armadilha

Caído no chão esta lá o desandado!
Oportunidade dos urubus terem chegado,
Carniceiros, lacaios do poder orquestrado!
Não saibam que nas sombras estava tramado!

Neste chão jogado, a raiz profunda!
No abismo de si é onde se busca,
A Luz do Sol, o falso moralista ofusca,
A cegueira como desculpa, disto abusa!

Longe da moral hipócrita e usurpadora!
Evocando da terra a força transformadora!
Na escuridão buscando a fonte iluminadora,
No amago a inflamação potencializadora.

A verdade é que não existe a verdade!
Ignorância de ser teleguiado sem vontade.
Tudo é permitido como sacralidade,
Sacrifícios do efeito e a casualidade.

Se engana o Zé povinho na aparência!
Gado no pasto ruminando sem consciência,
Nutrindo do ódio, um juiz com jurisprudência!
Dizem quem merece ou não, que indecência!

Alma sebosa que se rende ao dinheiro,
Hipnotizado nas mentiras do feiticeiro,
Fantasiado de pastor, padre, obreiro,
Patrão, prefeito ou qualquer mestre matreiro!

Falsos profetas que ditam a moral,
Ditam as leis, costumes do animal,
Rebanho não questiona o que faz mal,
Em nome do bem um destino fatal.

Não querem que ninguém pense e reflita,
Sobre as próprias condições deste vida,
Não querem a cura para essas feridas,
Atacam o Justo, povo contra povo, armadilha!

Mesmo se desandado não se subestima!
O destino na palma da mão, a Luz que brilha,
O Poder é pessoal, sem maldade Viva
Aqui se faz, aqui se paga na balança divina!

LRCP



sábado, 26 de julho de 2025

Mal lavado

 Mal lavado

Daquele que se esconde no falso moralismo,
Sádico narcisista vive do utilitarismo,
Falso amigo, só visa o oportunismo,
Quer só o que interessa, foda-se o humanismo!

Nas relações sociais e profissionais,
No setor privado ou público, infernais,
É o moderno capitão do mato, capataz!
Quer diminuir o outro para se sentir mais!

Um antro de sujeira e muita maldade!
Se acha o santo em sua promiscuidade!
Nega o direito dos outros e a dignidade,
O bode expiatório é a sua necessidade.

O verdadeiro sujo falando do mal lavado,
Ninguém é perfeito, tudo esta exagerado,
Competição e fingimento são cultuados,
Cultura de exploração pelo mais fortificado.

Se o trabalho hoje é para ganhar dinheiro,
Normose do ser vendido, um lacaio por inteiro,
Efeito rebanho, exploração e embusteiro!
Todo mundo segue a onda sem paradeiro!

Do coletivo, o potencial da cooperação!
Do que faz um individuo, mente e coração!
Da pratica e teoria, força natural da integração!
Os opostos e a resistência frente a competição!

LRCP




sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Sadismo

 Sadismo

Desses interesses escusos não se escondem,
Todos fingem, atuando se correspondem,
Nas tramas obscuras do teatro se corrompem,
Enrolam os rabos, que nem cobra se comem!

Um tem que fazer o que o chefe manda,
O outro, reproduz e tudo se escamba,
Na hierarquia, só querem status e fama,
E deixam a coisa pública, na "buzanfa".

Uma putaria que ferra o masoquista,
No jogo do sadismo autoritário e fascista!
Nada muda neste pasto egocentrista,
Vale tudo pelo Ter, o ser materialista!

Da sociedade, os seus setores e organizações,
O mercado, entidade abstrata de explorações,
Dos governos, mecanismo para as dominações,
Como refém do primeiro e as suas opressões!

Dos agentes públicos que foram vendidos,
Comprados pelos donos do grande poderio,
E o que tem que fazer fica esquecido,
O certo não importa, sim se enriquecido!

Na verdade iludido, só ganha migalha,
Mas graças ao bom deus a arma dispara,
Esconde atrás da bíblia a vergonha na cara,
E que o outro que viva no fio da navalha!

Quanto maior o orgulho, maior é a queda,
Da vaidade vem a cobrança que carrega,
E para este jogo de mentiras se entrega,
Reproduzindo todas mazelas e suas sequelas!

Para esses narcisistas desumanos e fingidos,
Vale só a reação dos explorados e oprimidos!
Quebrando os padrões que os fazem corrompidos,
Na resistência dos Justos que serão os prevalecidos!

LRCP