O jogo do maquiavélico III
Sempre foi assim, mas poderia mudar!
Não estavam afim, da espontaneidade no ar.
Véu de cetim, na ilusão de "se achar"!
No vermelho carmim, o que não tem, ostentar!
Acostumados com cachaça do que livros...
Verdades ocultas como falsos motivos,
Estilhaçaram vidraças, fragmentaram os brilhos!
Retalharam a carne, escorre o sangue no vidro...
Esses são os que se dizem do 'bem'...
A culpa no outro, no passado ou no além,
Tira de si toda a responsabilidade que tem,
Abusando da ignorância, encenando para alguém!
Arquiteta o cenário com palavras chave!
Iludindo o numerário, com o tom da clave!
Cega o visionário, pouco importa se é grave!
Modo utilitário, suas presas buscam o encrave!
Até ai tudo certo, é o mundo perverso,
Exige o incorreto, linhas tortas, mas é alfabeto!
O problema é perto, a familia o sangue verto!
Do ódio aberto, que nunca deixaria liberto!
Como confiar e ter esperança?
Com um beijo, nas costa a lança!
Destrói o fraterno, quebra a aliança!
Com um peso, diz Justa a Balança...
LRCP
Sempre foi assim, mas poderia mudar!
Não estavam afim, da espontaneidade no ar.
Véu de cetim, na ilusão de "se achar"!
No vermelho carmim, o que não tem, ostentar!
Acostumados com cachaça do que livros...
Verdades ocultas como falsos motivos,
Estilhaçaram vidraças, fragmentaram os brilhos!
Retalharam a carne, escorre o sangue no vidro...
Esses são os que se dizem do 'bem'...
A culpa no outro, no passado ou no além,
Tira de si toda a responsabilidade que tem,
Abusando da ignorância, encenando para alguém!
Arquiteta o cenário com palavras chave!
Iludindo o numerário, com o tom da clave!
Cega o visionário, pouco importa se é grave!
Modo utilitário, suas presas buscam o encrave!
Até ai tudo certo, é o mundo perverso,
Exige o incorreto, linhas tortas, mas é alfabeto!
O problema é perto, a familia o sangue verto!
Do ódio aberto, que nunca deixaria liberto!
Como confiar e ter esperança?
Com um beijo, nas costa a lança!
Destrói o fraterno, quebra a aliança!
Com um peso, diz Justa a Balança...
LRCP
