Ovelha
Massas manobradas, inconsciencias semeadas,
Inocentes almas rifadas e manipuladas,
Fazem barulho como atormetadas, assombradas!
Em si mesmas recalcadas, sombras projetadas!
O cão morde a mão que afaga e não sabe nada!
A repetição do discurso dos bandidos!
O senso comum, mentiras nos ouvidos,
Formando pós-verdades e fazendo caminhos,
Sem volta, de revolta como um hino,
Ou deitar em breço esplendido, como menino!?
O instrumento da própria destruição,
Um povo inconsciente de sua libertação,
Sem consciencia de classe não é cidadão,
É consumidor que acredita em enganação,
Bastando ter, do que Ser em individuação!
Se dizem donos das morais e bons costumes,
Os proprios habitos são dejetos, estrumes,
São corruptos e enganadores buscando o cume,
Se dizendo da luz e não enxerga o pretume,
Que é de si mesmo e ao redor, não se assume!
A jogada esta feita, não tem mais volta!
Agora tudo indica a intenção de uma revolta!
Com o rebanho feliz e ao lado a ovelha morta!
Lobo e a presa, de que nenhuma se importa,
Se o rebento da liberade, da patria-mãe aborta!
LRCP
Massas manobradas, inconsciencias semeadas,
Inocentes almas rifadas e manipuladas,
Fazem barulho como atormetadas, assombradas!
Em si mesmas recalcadas, sombras projetadas!
O cão morde a mão que afaga e não sabe nada!
A repetição do discurso dos bandidos!
O senso comum, mentiras nos ouvidos,
Formando pós-verdades e fazendo caminhos,
Sem volta, de revolta como um hino,
Ou deitar em breço esplendido, como menino!?
O instrumento da própria destruição,
Um povo inconsciente de sua libertação,
Sem consciencia de classe não é cidadão,
É consumidor que acredita em enganação,
Bastando ter, do que Ser em individuação!
Se dizem donos das morais e bons costumes,
Os proprios habitos são dejetos, estrumes,
São corruptos e enganadores buscando o cume,
Se dizendo da luz e não enxerga o pretume,
Que é de si mesmo e ao redor, não se assume!
A jogada esta feita, não tem mais volta!
Agora tudo indica a intenção de uma revolta!
Com o rebanho feliz e ao lado a ovelha morta!
Lobo e a presa, de que nenhuma se importa,
Se o rebento da liberade, da patria-mãe aborta!
LRCP
