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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Ficção da Democracia


Um jogo de interligações, destrutivos padrões,
Poderes e competições, abusando das explorações
Fim de civilizações, massas e as alienações,
Seres contra seres nas contradições de suas ações,

Fingidos sabichões, assombrados nos porões,
Põem o véu das ilusões, psicologia das alucinações!
Estados em exceções, pelas ordens e tradições,
Ocultas intenções, caos para as manipulações!

Neoliberaleco cancervador na ideologia
Nos costumes a moral, livre só na economia,
E o dogma do anti-ideológico, que demagogia,
Nem esquerda, nem direita, nem em si acredita!

Na internet, pós-verdade é ódio que incita,
Se diz cidadão de bem, que grande mentira?!
Falso moralista com propaganda nazista,
Acusando do que ele é na opinião que vomita!

Na ficção da democracia representativa,
Poder do povo só como foto ilustrativa!
O gado no pasto, come capim e diz: VIVA!
Vota e paga imposto, mas não participa!

Na consciência de classe a luta se intensifica,
Conflito de interesses e a alienação massiva,
Concentração de riqueza, desigualdade abusiva!
Cadê a democracia direta, a população participativa!?

O objeto vale bem mais, o sujeito aqui jaz,
Na guerra pela paz, tombando mais um rapaz,
A massa incapaz, segue aquele que faz,
Por meios desleais, como fogo nos matagais,

Copias literais, tragédias fatais,
Mentiras abissais, ilude o capataz,
Sonhos infernais, enriquecendo os capitais,
Pelos bens materiais, sugando as energias vitais!

LRCP