Confiança
Quando tudo se vai, as oportunidade, sem mais!
Se segura, se não cai, escolheu foi capaz,
Então fica, não sai, responsabilidade Rapaz!
Duplicada, agora é Pai! Como nunca Homem sagaz!
É pedir muito, exigir sinceridade?
Na relação mutua, na relacionalidade?
No equilíbrio de afazeres, na integridade?
Nos deveres éticos pra prosperidade?
Onde chegamos sem confiança na parceria?
Onde chegamos sem a digna Irmandade, família?
Só ruína pra quem cego acreditaria,
Nessa falsa posição que te acariciaria...
Dá com uma mão pra tomar com a outra,
Faz o cenário, para no fim ver a "louca",
Sempre o outro, nunca assumindo a bronca,
Projetando o vitimismo, saindo da própria boca!
O destino é incerto, Veremos o que vai virar.
Ainda mais para quem acredita nos meios a atuar,
Onde nos fins são justificáveis a conjunturar.
Maniqueísmo perigoso que tudo pode prejudicar!
Quer se fazer o dono do destino, mas a culpa não assume!
Se intitula de bom samaritano, mas no fundo só desune,
Parece que pelo rancor, tem no coração um pretume,
Que escurece os passos concretos e que alcançaria o cume!
Não sou vaga lume, e tmb não sou santo,
Que pra baixo ajuda, que te deixa no canto,
Desacreditado pela maldade do feitiço e do pranto,
Que virou contra o feiticeiro e virou encanto!
Agora é a hora da mudança, nascendo ai uma nova esperança,
Estimulando a andança, de novos paradigmas, novas alianças,
Pesando a balança, sintonizando as frequências para a Dança,
Pesando a confiança, que desperta e rejuvenesce a eterna Criança!
LRCP
Quando tudo se vai, as oportunidade, sem mais!
Se segura, se não cai, escolheu foi capaz,
Então fica, não sai, responsabilidade Rapaz!
Duplicada, agora é Pai! Como nunca Homem sagaz!
É pedir muito, exigir sinceridade?
Na relação mutua, na relacionalidade?
No equilíbrio de afazeres, na integridade?
Nos deveres éticos pra prosperidade?
Onde chegamos sem confiança na parceria?
Onde chegamos sem a digna Irmandade, família?
Só ruína pra quem cego acreditaria,
Nessa falsa posição que te acariciaria...
Dá com uma mão pra tomar com a outra,
Faz o cenário, para no fim ver a "louca",
Sempre o outro, nunca assumindo a bronca,
Projetando o vitimismo, saindo da própria boca!
O destino é incerto, Veremos o que vai virar.
Ainda mais para quem acredita nos meios a atuar,
Onde nos fins são justificáveis a conjunturar.
Maniqueísmo perigoso que tudo pode prejudicar!
Quer se fazer o dono do destino, mas a culpa não assume!
Se intitula de bom samaritano, mas no fundo só desune,
Parece que pelo rancor, tem no coração um pretume,
Que escurece os passos concretos e que alcançaria o cume!
Não sou vaga lume, e tmb não sou santo,
Que pra baixo ajuda, que te deixa no canto,
Desacreditado pela maldade do feitiço e do pranto,
Que virou contra o feiticeiro e virou encanto!
Agora é a hora da mudança, nascendo ai uma nova esperança,
Estimulando a andança, de novos paradigmas, novas alianças,
Pesando a balança, sintonizando as frequências para a Dança,
Pesando a confiança, que desperta e rejuvenesce a eterna Criança!
LRCP

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