Pré-potência
Muito pensa que sabe, homem antes da ponte até o super!
Em sua altidez, pois viu o outro lado, quer correr,
Mas não sai do cooper, vislumbra de longe, doa a quem doer!
Ainda não passam de ratos, que a fibra não param de roer!
Nem das três transformações ainda se fizeram,
Do camelo, o pessadissimo fardo carregam,
Acham-se leões, mas os valores ainda não libertam,
Na criança, a vontade ainda é mundo, nem imaginam!
Até chegam na transvalorização, da extrema racionalidade,
Incluindo ai bons momentos de instinto, de animalidade,
Porque é a moral dos senhores, que faz individualidade,
Indo alem do bem e do mal, onde o forte tem sua finalidade!
O sujeito já tem um que de além do homem, nega a fraqueza,
Mas a dos outros, enquanto em si esbrava tamanha alteza,
Sem escrupulos de querer usar tamanha destreza e beleza.
É belo, só por ser darwinismo observado na selvagem natureza.
Nem se da conta de que faz o que tanto critica,
Pratica o niilismo passivo, onde o diferente petrifica,
Se ativo fosse, não se preocuparia com o que cruscifica!
A fraqueza do outro, do "tu deves", que nos mistifica!
Eclodi o dionisico em tamanha vontade de poder,
Porém, na virtude de autorealizar-se se esconder,
Tentar a todo custo esbravejar que assim é proceder,
No super-homem idealizado de tanto roer e só querer...
Assim cada individuo é só parte, eis ai a vontade de potência,
Constroi caminhos, pavimenta as pontes, inaugura consciência,
Eterno retorno até conquistar o agir em seu peso em evidência!
Acatando e aceitando que em si é, amor fati em procedência!
LRCP
Muito pensa que sabe, homem antes da ponte até o super!
Em sua altidez, pois viu o outro lado, quer correr,
Mas não sai do cooper, vislumbra de longe, doa a quem doer!
Ainda não passam de ratos, que a fibra não param de roer!
Nem das três transformações ainda se fizeram,
Do camelo, o pessadissimo fardo carregam,
Acham-se leões, mas os valores ainda não libertam,
Na criança, a vontade ainda é mundo, nem imaginam!
Até chegam na transvalorização, da extrema racionalidade,
Incluindo ai bons momentos de instinto, de animalidade,
Porque é a moral dos senhores, que faz individualidade,
Indo alem do bem e do mal, onde o forte tem sua finalidade!
O sujeito já tem um que de além do homem, nega a fraqueza,
Mas a dos outros, enquanto em si esbrava tamanha alteza,
Sem escrupulos de querer usar tamanha destreza e beleza.
É belo, só por ser darwinismo observado na selvagem natureza.
Nem se da conta de que faz o que tanto critica,
Pratica o niilismo passivo, onde o diferente petrifica,
Se ativo fosse, não se preocuparia com o que cruscifica!
A fraqueza do outro, do "tu deves", que nos mistifica!
Eclodi o dionisico em tamanha vontade de poder,
Porém, na virtude de autorealizar-se se esconder,
Tentar a todo custo esbravejar que assim é proceder,
No super-homem idealizado de tanto roer e só querer...
Assim cada individuo é só parte, eis ai a vontade de potência,
Constroi caminhos, pavimenta as pontes, inaugura consciência,
Eterno retorno até conquistar o agir em seu peso em evidência!
Acatando e aceitando que em si é, amor fati em procedência!
LRCP

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