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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Neoliberaleco

Neoliberaleco

No antigo conto de fada da meritocracia,
Acreditando que rico qualquer um ficaria,
Através da vontade pura como uma magia,
Ressuscitando esse limbo em covardia,
Os maus-caratistas desonestos com a mentira,

Aparece o neoliberaleco, dizendo do livre-mercado,
Da mão invisível que autorregula o que é explorado,
Do que é humano e vira lucro, para um ser isolado,
Que acumula, enquanto cria pobres aos punhados,
Dizendo de igual oportunidade como um retardado.

O pé que pisa faz a cabeça que pensa, experiencias!
Só pode,  para defender privilégios capengas,
O pior é que nem riqueza e capital concentra,
Acha que é o magnata, da classe media que acena,
Se fazendo cheio de moral no que subjuga e comenta.

Não aguenta um dia só de arroz e feijão,
Um mês com um salario e meio na mão,
Energia, aluguel, comida e mais rojão!
No bico da informalidade dizem que sairão,
Com investimentos na bolsa de especulação!

"O homem que ficou rico vendendo bala",
Titulo velho, que parece novo conto de fada,
Raras exceções viram desculpas esfarrapadas,
Pessoas que foram ajudadas e privilegiadas,
Interesses que assim ficam gravados na alma!

LRCP

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