Mané
Mundo insano de seres desumanos.
Querem guerras, da qual nos matamos,
Quanto
pior pra nós, melhor aos tiranos,
Enquanto lacaios vão se proliferando,
Fazendo coro a covardia dos profanos!
A vida já não vale nada, só o dinheiro!
A sacralidade que perdeu o paradeiro,
Pensam nas coisas para os herdeiros,
Transformam o mundo nesse chiqueiro,
Engordando esses porcos matreiros!
A pessoa não vale mais o que é,
Vale o que tem, não é Zé?
Se quer passar por cima, vai na fé!
Só cuidado com o retorno da maré,
O mundo gira e arrasta o mané!
Ser pobre de bens materiais,
Não significa que sejamos animais,
Rebanhados pelos ricos boçais!
Dignidade e indignação dos ancestrais,
Que vive nos muitos corações leais!
Pela causa da vida, da paz e do amor!
Pelo bem comum, guerreiro lutador!
O pacto é de sangue, suor e dor!
Todos perecemos, verme aproveitador!
Na prisão da liberdade, o agente transformador!
LRCP

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