Hospício
De tudo que só nos aparece,
Nessa superfície se esquece,
Da atenção, do que percebe,
Na escolha consciente emerge,
As intenções e ações como prece!
Então qual será o compromisso?
E se aqui se faz um hospício,
Aqui se paga jogado no abismo,
Nem que seja subir no individuo,
Pelo bem próprio vai tranquilo!
Sádico narcisista tomando o rumo,
Se jogando no buraco fundo escuro,
Na sepultura que cavou, tumulto,
Para sair usa o outro como muro,
Tentando subir, ficando em apuro!
No ciclo do medo é só mais robô,
Teleguiado e programado, um estorvo,
Agente da desgraça e do horror,
A podridão em estado de estupor!
Das mentiras construídas o terror!
E segue assim como prosperidade,
Fora deste padrão, da normalidade,
Persegue, boicota, age como covarde,
Não bate de frente, pura falsidade,
Mas uma hora o mundo gira e o fogo arde!
LRCP
