A culpa é sempre minha!
Cansei de mostrar para os cegos, que tem os olhos bem vivos!
Cansei de falar para os surdos, que tapam os ouvidos!
Cansei de se preocupar com os objetivos. São os muros do Destino!
Falam de amor, liberdade, de justiça e ação!
E acrescentam mais um tijolo no muro, “evolução”?!
Sanidade é a loucura, a bem aventurança é a maldição!
Se for o que é, de Ser o que é, se prepare para o paredão!
Seja fuzilado, julgado, negociado, taxado e mal pago,
Seja usurpado, vendido e desclassificado, vencido injustiçado!
Mal agradecido, indignado, revoltado, o nó na garganta gritado!
Na cruz pregado, capado e recapado, sangrado e ressangrado, grato!
Seja usurpado, vendido e desclassificado, vencido injustiçado!
Mal agradecido, indignado, revoltado, o nó na garganta gritado!
Na cruz pregado, capado e recapado, sangrado e ressangrado, grato!
Deixa a vida levar, que eu vou levando a Vida,
Busco o Caminho dando passos, pé atrás de pé, Cristaliza!
Sozinho não é nada, e nem quero ser mais que isso, imagina!
Mas não esqueçam que estive aberto para a aliança que brilha!

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