Peso do interesse!
Todos tem suas vozes, o povo fala mais alto.
Só se ouve a dos algozes, divulgando o falso!
Manipulações atrozes, com o Justo no cadafalso!
Difamações mais velozes, desses artistas no palco!
Se faz de bom moço e cheio de moralidade!
Mas o que só parece não é a profundidade!
Pouco que se passa na pratica da realidade!
Mentiroso, difamador, interesseiro, na verdade!
Mas o que mata é a que todos prejudicam!
Acaba com o que nasce, da semente abdicam!
Interesses mesquinhos e calculistas financiam!
Fazendo jus a sujeira politica que acreditam!
O poder da influência é oposto a Justiça!
Se pesasse na consciência a Justa Medida,
A salva procedência não seria postiça,
Dando valor a incompetência da malicia!
Calando a voz da maioria!
Roubando a vez na covardia!
Incentivando a discórdia!
Justificando a miséria!
Almas sujas pelos interesses,
Rabo preso só por benesses,
Perfeitos só nos dizeres,
Na destruição dos poderes!
Destroem as alianças, as justa andanças,
Aniquilam as crianças, junto das esperanças,
Não pesam a balança, só querem a fiança,
Recalcam a dança do bem e mal que se trança!
Maquiam os próprios erros,
Vitimizam com seus segredos,
Coitadinhos merecem desprezos,
Hora dos recomeços, desapegos!
Desfazer a união, deixar se auto organizar,
Desfocar a atenção, sozinho vai se contrariar!
LOnge da falsificação, no outro sempre a julgar,
Sem acusação, do bode expiatória a procurar!
LRCP
Todos tem suas vozes, o povo fala mais alto.
Só se ouve a dos algozes, divulgando o falso!
Manipulações atrozes, com o Justo no cadafalso!
Difamações mais velozes, desses artistas no palco!
Se faz de bom moço e cheio de moralidade!
Mas o que só parece não é a profundidade!
Pouco que se passa na pratica da realidade!
Mentiroso, difamador, interesseiro, na verdade!
Mas o que mata é a que todos prejudicam!
Acaba com o que nasce, da semente abdicam!
Interesses mesquinhos e calculistas financiam!
Fazendo jus a sujeira politica que acreditam!
O poder da influência é oposto a Justiça!
Se pesasse na consciência a Justa Medida,
A salva procedência não seria postiça,
Dando valor a incompetência da malicia!
Calando a voz da maioria!
Roubando a vez na covardia!
Incentivando a discórdia!
Justificando a miséria!
Almas sujas pelos interesses,
Rabo preso só por benesses,
Perfeitos só nos dizeres,
Na destruição dos poderes!
Destroem as alianças, as justa andanças,
Aniquilam as crianças, junto das esperanças,
Não pesam a balança, só querem a fiança,
Recalcam a dança do bem e mal que se trança!
Maquiam os próprios erros,
Vitimizam com seus segredos,
Coitadinhos merecem desprezos,
Hora dos recomeços, desapegos!
Desfazer a união, deixar se auto organizar,
Desfocar a atenção, sozinho vai se contrariar!
LOnge da falsificação, no outro sempre a julgar,
Sem acusação, do bode expiatória a procurar!
LRCP

Nenhum comentário:
Postar um comentário