Monstros
No vale das sombras nos tornamos monstros,
Combatendo os monstros interiores,
Refletidos nos julgamentos dos encontros,
O próprio defeito, dos traumas e temores.
As portas estão abertas e procuramos as chaves,
Criamos ventanias, enquanto o fogo arde,
Enquanto a consciência não se amplia além
Dos condicionamentos culturais que tem,
Destarte sem fazer a própria parte!
Não faz o único trabalho como Arte.
O que é diferente assusta,
A santa projeção que abusa,
Do julgamento, a alma obtusa,
Perpetuando a sombra escura,
Coletiva e líquida que acumula.
Faz rebanho de tamanha vibração,
Virando gado, que vira alimentação,
Para os monstros que circulam,
Neste mundo criado perambulam,
Deixando heranças cheias de maldição,
Banhadas no sangue da multidão!
Percepção em crise, como a organização social,
Primeiro olha pra dentro, depois olha para fora,
Vendo o caminho a frente tudo se desenrola,
Mesmo que encarar a profundidade abissal!
LRCP
No vale das sombras nos tornamos monstros,
Combatendo os monstros interiores,
Refletidos nos julgamentos dos encontros,
O próprio defeito, dos traumas e temores.
As portas estão abertas e procuramos as chaves,
Criamos ventanias, enquanto o fogo arde,
Enquanto a consciência não se amplia além
Dos condicionamentos culturais que tem,
Destarte sem fazer a própria parte!
Não faz o único trabalho como Arte.
O que é diferente assusta,
A santa projeção que abusa,
Do julgamento, a alma obtusa,
Perpetuando a sombra escura,
Coletiva e líquida que acumula.
Faz rebanho de tamanha vibração,
Virando gado, que vira alimentação,
Para os monstros que circulam,
Neste mundo criado perambulam,
Deixando heranças cheias de maldição,
Banhadas no sangue da multidão!
Percepção em crise, como a organização social,
Primeiro olha pra dentro, depois olha para fora,
Vendo o caminho a frente tudo se desenrola,
Mesmo que encarar a profundidade abissal!
LRCP

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